A proposta do governo de reestruturação da carreira dos docentes das universidades federais, pelo menos temporariamente, não irá para o Congresso Nacional. Foi o que garantiu o Ministro do Planejamento Paulo Bernardo, em encontro no dia 08 de julho com o Andes-SN e outras entidades representativas dos servidores públicos. Preocupado com o conteúdo das mudanças e com a falta de diálogo do executivo, o Sindicato Nacional solicitou a abertura dos debates sobre o projeto. A reestruturação da carreira é bandeira histórica da entidade, porém, baseada na valorização do trabalho docente, com progressão dissociada de uma avaliação produtivista e a partir do princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.